PRESIDENTE DA UMADESM VÊ EXCESSO NA DIVULGAÇÃO DE NOTAIndagado sobre as últimas notícias dando conta do envolvimento de líderes da igreja Assembleia de Deus do RN em negociações políticas, o Presidente da União da Mocidade da Assembleia de Deus em Serra do Mel, Josenildo Tavares, disse que o episódio (conversa de pastores com a governadora Wilma de Faria) é uma questão de como os fatos são divulgados. E exemplificou: "Se a notícia fosse divulgada com o título: Governo do Estado celebra convênio com a igreja Assembleia de Deus, não se fazia mau juizo de valor sobre a igreja, nem tampouco sobre os líderes envolvidos".
Realmente faz total sentido as palavras de Josenildo. Na verdade, mesmo tendo sido "vazada" a conversa, o fato é que tratou-se da destinação de recursos para a igreja, mas via repasse a entidades legalmente constituídas, ou seja, ONGs ou Fundações ligadas à igreja.
E não poderia ser diferente. Naturalmente o governante (no caso, Wilma) leva vantagem política no caso, pois é claro e evidente que qualquer um que assim o faça, futuramente cobraria algum retorno em forma de apoio. Mas... é a lei da política. Pelo menos no Brasil.
Também compartilhando da conversa, o também evangélico Paulo Silas, saiu em defesa dos pastores e também disse não ver outra forma de colaboração dos governos, senão proporcionar melhorias às instituições, como seria o caso comentado, onde instituições legalizadas receberiam recursos através de convênios para o desenvolvimentos de ações sociais. Paulo ainda teceu comentários a respeito dos reais interesses do sociólogo que tornou pública a notícia.
Apesar da veiculação da matéria, esse amigo tem o interesse único de fomentar o debate e colocar as versões para avaliação do público; evangélicos ou não.
O blog enaltece as palavras lúcidas e sábias de Josenildo e de Paulo Silas. Valeu, amigos!
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Comente