sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Braço direito de 12 presidentes, Mozart Vianna se despede da Câmara onde trabalhou por 40 anos

http://og.infg.com.br/in/15020509-1d9-d3a/FT1086A/420/2015-781325452-2015010850616.jpg_20150108.jpg
Dr. Mozart Vianna se despede da Secretaria Geral da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados
EXEMPLO


Um dos mais importantes servidores da Câmara, o Secretário-Geral da Mesa Diretora, Mozart Vianna, vai deixar o serviço público. Ele pretende oficializar a aposentadoria logo após assessorar a eleição da nova Mesa Diretora, no dia 1º de fevereiro.

Há 40 anos trabalhando na Casa, Mozart é um grande especialista no Regimento Interno da Câmara. Hoje com 63 anos, ele foi braço direito de 12 presidentes.

Ex-seminarista fransciscano, Mozart foi peça-chave nos bastidores de decisões importantes na história do Parlamento, como o impeachment do ex-presidente Fernando Collor, a Lei da Ficha Limpa e até a Assembleia Nacional Constituinte.

Foi durante a elaboração da Constituição de 1988 que ele ganhou o apelido de “espírito santo do ouvido”, dado pelo ex-deputado Ulysses Guimarães, graças a seu profundo conhecimento do processo legislativo e suas orientações decisivas.

Quando os trabalhos da Constituinte foram iniciados, Mozart - que é formado em Letras pela Universidade de Brasília - dava aulas de português no Centro de Formação da Câmara (Cefor). Ele foi convidado pelo então secretário-geral da Câmara, Paulo Afonso, para compor a equipe técnica da Assembleia Nacional, fazendo a revisão gramatical dos textos.
Ulysses

Entre as várias histórias vividas por Mozart Vianna, ele ressalta, por exemplo, a reação de Ulysses Guimarães, presidente da Assembleia Constituinte, ao receber um texto proposto pela comissão criada pelo então presidente da República, José Sarney, para dar início ao processo (da constituição).


"Essa comissão elaborou um anteprojeto de Constituição e encaminhou ao congresso. E eu estava na sala. O Doutor Ulysses abriu, olhou, agradeceu, mas falou: 'Vamos dar uma cópia para quem quiser, é subsídio. Mas o texto-base não vai ser esse. Nós vamos começar do zero’. E foi do zero mesmo. Foi a primeira Constituição brasileira que teve participação popular direta. A peça inicial foi de sugestões populares", lembra.

Por sua participação ativa e dedicação, Mozart Vianna foi convidado a se tornar, anos depois, secretário-geral da Mesa Diretora, que tem como função dar auxílios jurídico, técnico e administrativo ao presidente durante as sessões. Em quatro décadas na Câmara, Mozart se manteve ao lado do presidente em sessões de até 14 horas de duração.

Foi "doutor Mozart" - como é carinhosamente chamado por parlamentares, funcionários e jornalistas - quem orientou o presidente da Câmara em 1992, Ibsen Pinheiro, para que a votação do processo de impeachment do presidente Fernando Collor fosse realizada com voto aberto. "Reuni consultores e assessores, e a conclusão desse estudo era que o voto fosse aberto. Acho que essa decisão foi fundamental no resultado”, afirma.

Mozart Vianna justifica seu pedido de aposentadoria por questões pessoais, incompatíveis com o ritmo de trabalho como secretário-geral da Mesa.

Fonte: Agência Câmara Notícias

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Polêmica Eleitoral: Presidente do Legislativo que assumiu o Executivo pode ser candidato à reeleição?

Eleições suplementares e reeleição: presidente da câmara eleito pode ser reeleito
Márcio Oliveira é especialista em Direito Eleitoral
DIVERGÊNCIA

Em recentes artigos publicados no site "novo eleitoral", o bacharel e chefe do cartório eleitoral de Mossoró, Márcio Oliveira, defende em seu artigo, Veja AQUÍ, que o chefe do Poder Legislativo que concorreu a uma eleição suplementar substitutiva de eleição regular anulada, e foi eleito para concluir o restante do mandato, é plenamente elegível para concorrer a um novo mandato subsequente, desde que atendidos os demais preceitos constitucionais e infraconstitucionais, não havendo, pelo motivo aqui discutido, infração ao  §5º, art. 14, da Constituição Federal.

Por sua vez, o juiz eleitoral, Dr. Herval Sampaio Júnior, defende uma tese diferente; afirmando em seu artigo, Veja AQUÍ que o Presidente da Câmara Municipal, na função de interinidade com Prefeito, não precisa se desincompatibilizar, justamente porque só pode se candidatar uma vez, ou seja, a sua candidatura é compreendida como reeleição para um único período subsequente.

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Herval Sampaio Júnior é Juiz Eleitoral em Mossoró
As posições antagônicas defendidas por cada um dos especialistas na área eleitoral, somente aguça a curiosidade dos estudiosos do tema e, naturalmente dos que estão, de certa forma, envolvidos nessa problemática jurídica que certamente virá à tona logo nas próximas eleições municipais, onde vários prefeitos (inclusive inseridos na Comarca de Mossoró), onde atua o magistrado Herval Sampaio Júnior, poderão pleitear a reeleição ao cargo de prefeito, como é o caso do prefeito de Mossoró, Francisco José Júnior e o de Serra do Mel, Fábio Bezerra, além de várias outras da região, como Carnaubais, Itajá e Baraúna.

Divergências à parte, o certo mesmo é que a publicação dos artigos, advindos de duas autoridades no assunto, criará nos bastidores políticos de várias cidades que se amoldam ao caso em questão, grandes especulações, ora incluindo e ora excluindo tais prefeitos do processo sucessório de 2016.
 

Estrada da Castanha é incluída no empréstimo de 850 milhões do governo do Estado ao Banco do Brasil

George continua luta pela "Estrada da castanha"
CONTINUANDO A LUTA
 
Ontem, 21, aconteceu na Assembleia Legislativa do RN a sessão extraordinária convocada pelo atual governador para deliberar a matéria referente ao empréstimo no valor de 850 milhões que o Estado fará junto ao Banco do Brasil para equilibrar a economia e a infraestrutura do RN.

Antes da votação, os deputados apresentaram várias propostas de inclusão de obras para serem implementadas pelo governo com os recursos do empréstimo.

"Apresentamos uma série de pleitos no projeto para o Vale do Açu, buscando o crescimento da região que é tão importante para nosso estado. Dentro destas indicações no plano de aplicação do empréstimo, incluímos a construção do novo Campus da UERN em Assú, para termos condições de aumentar o número de alunos e estender novos cursos, como os de direito e enfermagem. Atualmente, a Instituição atende estudantes de mais de 20 municípios da região no RN.

Incluímos também, a construção de novas estradas como a da Irmã Lindalva, Porto Piató e Medumbim em Assú, estradas importantes para a economia, para o turismo e para as religiosidades locais. Além da Estrada da Castanha, importante via regional ligando o Vale do Açu à região de Mossoró. Acrescentamos no projeto do empréstimo, recursos para reforma e melhoria do Hospital Regional de Assú que atende todo o Vale", disse o deputado George.
 

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Polícia Federal forjou áudio a mando do governo. Diz Eduardo Cunha

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Deputado Eduardo Cunha é candidato a presidência da Câmara Federal
ARMAÇÃO

O deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) disse que a cúpula da Polícia Federal forjou um áudio com uma suposta gravação contendo um hipotético diálogo com o intuito de incriminá-lo e constrangê-lo no momento em que disputa a presidência da Câmara. 

Cunha disse que recebeu informações de que o áudio foi forjado a mando do governo.

De acordo com o deputado, a gravação teria sido entregue a ele, em seu escritório no Rio de Janeiro, no último sábado (17) por um suposto agente da Polícia Federal que estaria indignado com a fraude. O parlamentar disse ainda que o policial afirmou que a gravação seria inserida em um inquérito, tudo para constranger a candidatura do parlamentar.

O áudio foi vazado pelo próprio deputado para, segundo o peemedebista, “antecipar a uma nova tentativa de alopragem”.

O diálogo, com ares teatrais, teria sido gravado em um suposto encontro entre o policial federal Jayme Alves de Oliveira Filho, o Careca, investigado na Operação Lava Jato, e uma pessoa ligada ao deputado. “Careca” reclama por ter sido abandonado por Cunha e de não ter sido remunerado enquanto todo mundo está “enchendo a burra de dinheiro”. O suposto interlocutor de Cunha acalma “Careca” pedindo para ele não citar nomes.

Em depoimento a Polícia Federal, Careca disse que teria entregado dinheiro em um condomínio que seria de Eduardo Cunha, seguindo ordens do doleiro Alberto Yousseff.  A informação foi negada pelo doleiro.

Cunha afirma que protocolou no Ministério da Justiça a abertura de inquérito para apurar o caso. O Ministério da Justiça disse ter recebido o áudio de Eduardo Cunha e encaminhado o caso para apuração da Polícia Federal.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

TRE acata denúncia e Nelter Queiroz será julgado por compra de votos em Jucurutu

http://portalnoar.com/wp-content/uploads/2013/09/Nelter-Queiroz_dep.est_1.jpg
Nelter Queiroz é réu em processo por compra de votos em Jucurutu
VOTO A 50 REAIS

Depois de processos contra os deputados Disson Lisboa e Tomba Farias, o TRE volta os olhos para o deputado Nelter Queiroz.
 
Está nas mãos do relator, juiz Verlano Medeiros, a denúncia, acatada hoje à unanimidade, de compra de votos nas eleições de 2012 em Jucurutu.
 
De indiciado, o deputado agora passou a ser réu.
 
O Tribunal vai ouvir testemunhas e após alegações finais levará para o pleno.
 
A denúncia foi assinada pela procuradora Cibelle Benevides.
 
Um laudo da Polícia Federal identifica compra de votos a 50 reais.

Fonte: Thaísa Galvão

Nasa descobre planeta potencialmente similar à Terra que permitirá a busca efetiva por sinais de vida em sua atmosfera.

Concepção artística de um planeta habitável em torno de uma estrela anã vermelha, como o recém-descoberto (Crédito: PHL/UPR)
Novo Planeta EPIC 201367065, descoberto pela Nasa
MISSÃO K2

Uma descoberta épica acaba de ser feita pela missão K2, a segunda fase de operações do satélite Kepler, da Nasa. Seria apenas mais um planeta potencialmente similar à Terra, como tantos que já foram anunciados nos últimos anos, não fosse por um detalhe: ele é o primeiro a ser encontrado que permitirá a busca efetiva por sinais de vida em sua atmosfera.

Você pode se perguntar: mas por que os outros não permitiam isso? Qual o problema com os oito mundos recentemente anunciados, ou o Kepler-186f, que fez manchetes em 2014? Em essência, esses planetas estavam distantes demais para permitir o posterior estudo de suas atmosferas.

Esse não é o caso do planeta que recebeu a designação EPIC 201367065 d. Ele tem um diâmetro cerca de 50% maior que o da Terra e completa uma volta em torno de sua estrela-mãe a cada 44,6 dias terrestres. 

Os dados da missão K2 revelaram a presença de outros dois planetas, um com cerca de 2,1 vezes o diâmetro terrestre, completando uma volta em torno da estrela a cada 10 dias, e o outro com 1,7 vez o diâmetro da Terra e período orbital de 24,6 dias.

A grande vantagem, contudo, é a distância que a estrela EPIC 201367065 guarda de nós — cerca de 150 anos-luz. Não é que esteja “logo ali”, como diria o outro, mas é perto o suficiente para que possamos aplicar a tecnologia atual para estudar diretamente a atmosfera desse mundo. E isso, por sua vez, pode carregar pistas da existência de vida.

O satélite Kepler detecta planetas observando trânsitos deles à frente de suas estrelas-mães. (Crédito: Nasa)
Acontece que a missão original do Kepler não era buscar mundos que pudessem ser estudados assim. 

Quando ele foi projetado e lançado, a quantidade de planetas conhecidos ainda não era tão expressiva, de forma que o objetivo principal do satélite era obter descobertas suficientes para formular um censo da distribuição dos planetas pelo Universo. Para isso, a Nasa o apontou para uma única região do céu, um pequeno cantinho que representa apenas 0,25% do total da abóbada celeste, mas que tinha grande concentração de estrelas. Ele passou quatro anos monitorando cerca de 150 mil estrelas ininterruptamente. O sucesso foi notável. O Kepler já descobriu sozinho mais planetas que todos os outros esforços e projetos que vieram antes dele. Mas um efeito colateral indesejável é que a maioria desses planetas está a uma distância grande demais para permitir esses estudos atmosféricos.

Na missão K2, contudo, a história é outra. Em tese, ela nem deveria existir. Sua formulação foi motivada por um defeito no satélite Kepler, que impediu que ele permanecesse mantendo seu apontamento preciso exigido pela missão original. A Nasa acabou resolvendo a questão usando a própria luz solar como um “apoio” extra para manter o telescópio espacial firmemente apontado, mas com isso é preciso manter a espaçonave sempre alinhada com o Sol, o que significa que o Kepler, conforme avança em sua órbita, agora troca periodicamente a área celeste em foco. São apenas 80 dias para cada região do céu escolhida. Além disso, a precisão das observações diminuiu, de forma que agora a prioridade são estrelas mais próximas — qualidade, em vez de quantidade. Na prática, agora começamos a buscar de fato planetas que iremos estudar a fundo nos próximos anos.

O que nos leva à estrela EPIC 201367065
Ela é uma anã vermelha, um astro com cerca de metade do diâmetro do nosso Sol. Menos quente e luminosa, portanto, o que significa que a chamada zona habitável fica bem mais perto dela do que acontece no Sistema Solar. Segundo os cálculos dos astrônomos, o terceiro planeta do sistema recebe aproximadamente 50% mais radiação de sua estrela que a Terra ganha do Sol. Se isso se traduz num planeta com temperatura amena, como o nosso, ou num inferno escaldante, como Vênus, depende basicamente da composição e da densidade da atmosfera desse mundo misterioso.

O jogo já começou
E aí é que entra a parte interessante. Em vez de simplesmente especular sobre isso, os astrônomos já podem colocar a mão na massa. E não só com o planeta possivelmente habitável, mas com os outros dois, ligeiramente maiores, nas órbitas mais internas. Seriam eles mais parecidos com versões miniaturizadas de Netuno, o menor dos gigantes gasosos do nosso Sistema Solar, ou estão mais para superterras, mundos essencialmente rochosos? Os cientistas apontam em seu artigo, submetido para publicação no “Astrophysical Journal”, que o Telescópio Espacial Hubble seria capaz de analisar o espectro e verificar a presença de grandes invólucros gasosos de hidrogênio nesses planetas, caso eles não tenham grandes coberturas de nuvens na alta atmosfera.

E a coisa vai ficar melhor ainda a partir de 2018, quando a Nasa lançar ao espaço o Telescópio Espacial James Webb. Ele será capaz de detectar dados espectrais correspondentes a uma atmosfera similar à terrestre. Por exemplo, se um desses mundos tiver uma atmosfera como a nossa, onde predomina o nitrogênio, nós saberemos. Se ela contiver grandes quantidades de dióxido de carbono, como é o caso de Vênus, também.

Isso sem falar na medida mais natural a ser tomada desse sistema planetário — a observação dos efeitos gravitacionais que os planetas exercem sobre a estrela-mãe. Com as tecnologias atuais, já seríamos capazes de detectar o bamboleio gravitacional realizado pela estrela conforme ela é atraída para lá e para cá pelos planetas girando em torno dela. E, com isso, saberíamos suas massas. Juntando essa nova informação aos diâmetros, já medidos pelo Kepler, conheceríamos a densidade. E, a partir dela, poderíamos inferir se estão mais para planetas como a Terra ou mundos gasosos, muito menos densos.
“Ao nos permitir medir as massas e as condições atmosféricas de três planetas pequenos num único sistema, a EPIC 201367065 representa uma oportunidade empolgante para o teste de teorias de formação e evolução planetária num único laboratório extra-solar”, escrevem os cientistas encabeçados por Ian Crossfield, da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos.

Os astrônomos já têm o caminho todo mapeado. A ideia é que o K2, assim como seu sucessor, o satélite TESS, que deve ser lançado em 2017, descubra mais alvos promissores, como os do sistema EPIC 201367065. Quando o James Webb for ao espaço, em 2018, terá uma lista considerável de planetas para estudar — potencialmente centenas deles. Todos interessantes, mas obviamente nem todos tão bons para a vida quanto a Terra. Contudo, se, de toda essa amostra de mundos, apenas um tiver uma atmosfera rica em oxigênio sem que esse gás possa ter sido produzido em quantidade apreciável por processos não-biológicos (como é o caso do nosso planeta), já teremos a certeza de que não estamos sós no Universo.

Difícil imaginar uma época mais empolgante que esta em toda a história da espécie humana. Quem viver verá.

Fonte: Portal UOL
 

Souza reune prefeitos da região para reativação do Pólo Costa Branca

Souza e prefeitos da região visam reativação do Pólo Costa Branca
PROPÓSITO

A reativação da Associação dos Municípios do Polo Costa Branca foi motivo de reunião realizada neste final de semana em Tibau.

O Polo Costa Branca foi uma ideia de Souza, que virou realidade em 2005, quando ele ainda era prefeito de Areia Branca. Semanas antes de sua posse, em 2004, começou a se articular com outros prefeitos eleitos para criação da entidade.

Na reunião, Souza defendeu a reativação da entidade junto aos prefeitos da região, de onde ficou decidido um novo encontro ampliado para o dia 21 de fevereiro, em Mossoró.

“Há um consenso e entendimento, de que a entidade pode voltar a ser forte aglutinador dos municípios na defesa de interesses comuns”, comentou Souza.

Participaram da reunião, além de Souza e Naldinho, os prefeitos de Serra do Mel Fábio Bezerra (PMDB), de Grossos; José Maurício Filho (PMDB), “Mauricinho”; e Luana Bruno (PMDB), de Areia Branca. Também compareceram o ex-prefeito areia-branquense Bruno Filho (PMDB), além do ex-prefeito de Grossos, João Dehon.

O prefeito Titico (PMDB), de Porto do Mangue e o de Mossoró, Silveira Júnior não compareceram, mas justificaram a ausência.

Vem aí o 1º Torneio de Futsal Verão de Serra do Mel

ESPORTE
 
No dia 30 deste mês, a partir das 18 horas, será realizado o I TORNEIO DE FUTSAL VERÃO SERRA DO MEL. O evento esportivo acontecerá na quadra de esportes da Vila Brasília, ao lado da E E Pe José de Anchieta.

A premiação será no valor de R$ 500 (quinhentos reais). Distribuído da seguinte forma: 1º lugar - R$ 300,00; 2º lugar- R$ 150,00 e o artilheiro - R$ 50,00.

A inscrição do I Torneio de Futsal Verão Serra do Mel é no valor de R$ 50,00 (cinquenta reais).

O Torneio de Futsal será realizado pela equipe formada por Roberto de Araujo, Rafael Linhares e Mulico Costa.

domingo, 18 de janeiro de 2015

Para reflexão: A impunidade e a ambição de "mãos dadas" pela morte

O que diz o promotor criminal Ítalo Moreira Martins, de Mossoró (foto) a respeito do caso Marco Archer, o brasileiro executado na Indonésia.

O que diz o promotor criminal Italo Moreira Martins, de Mossoró (foto) a respeito do caso Archer, primeiro brasileiro executado em outro País? 

Antes de entrar de cabeça no texto, lembro-lhe que o texto do Italo Moreira propõe uma reflexão.

De fato: Segue-o.

"Para reflexão: A impunidade e a ambição de "mãos dadas" pela morte

Suplicando pela vida o brasileiro executado na Indonésia, após confessar o crime e se dizer arrependido, afirmou em vídeo:

“Eu mereço mais uma chance porque todo mundo erra”.

A grande questão é que o carioca Marco Archer teve sim mais de uma chance, aliás, teve várias chances e continuou na rota do crime. Matéria exibida hoje na TV mostrou o depoimento de amigos de Archer, quando relataram que ele entrou no mundo do crime para tentar se livrar de uma dívida, passando a traficar no Rio de Janeiro.

Deu certo a primeira vez, não foi punido, a ambição aumentou e não se tratava mais de delinquir para pagar dívidas e sim de delinquir para ter ascensão social, continuando a traficar e passando a atuar internacionalmente, incluindo rotas perigosas como da Indonésia, país que ele sabia plenamente que adota a pena de morte para traficantes, mas a ambição falou mais alto e o resultado foi sua execução. 

Não faltaram apelos de amigos que conheciam bem suas atividades ilícitas para que deixasse essa vida, ao que Marco Archer sempre respondia “vou só mais essa vez”, até que um dia chegou “a última vez”, quando foi preso, e agora será realmente impossível continuar.

Esse caso serve de reflexão de como a impunidade e a ambição se encarregam muitas vezes de “encomendar o caixão”, o sujeito pratica o primeiro crime dá certo, o segundo também, o terceiro, tudo isso sem qualquer punição, outras vezes até é punido, mas de forma tão branda que acaba sendo encorajado a delinquir novamente, é assim no Brasil. 

Mais adiante quando quer sair da criminalidade já é tarde, não consegue pois já transformou o ilícito penal em meio de vida. E qual o destino de muitos? Depois de acabarem com as vidas de muitas vítimas e suas famílias acabam com as suas, presos ou mortos pela polícia ou mortos pelo próprio “mundo do crime”. 

No caso de Marco foi um pouco diferente, acabou executado pelas severas leis de um país muçulmano.

Marco Archer teve muitas chances de sair do erro, mas preferiu seguir em frente. Se tivesse sido eficientemente punido logo quando começou a delinquir talvez ainda estivesse com vida. 

Infelizmente Archer, assim como milhares de criminosos neste país, procurou, o ineficiente sistema punitivo estatal brasileiro falhou e ele encontrou a morte."
Dr. Ítalo Moreira Martins é Promotor Criminal em Mossoró

Suplicando pela vida o brasileiro executado na Indonésia, após confessar o crime e se dizer arrependido, afirmou em vídeo:

“Eu mereço mais uma chance porque todo mundo erra”.

A grande questão é que o carioca Marco Archer teve sim mais de uma chance, aliás, teve várias chances e continuou na rota do crime. Matéria exibida hoje na TV mostrou o depoimento de amigos de Archer, quando relataram que ele entrou no mundo do crime para tentar se livrar de uma dívida, passando a traficar no Rio de Janeiro.

Deu certo a primeira vez, não foi punido, a ambição aumentou e não se tratava mais de delinquir para pagar dívidas e sim de delinquir para ter ascensão social, continuando a traficar e passando a atuar internacionalmente, incluindo rotas perigosas como da Indonésia, país que ele sabia plenamente que adota a pena de morte para traficantes, mas a ambição falou mais alto e o resultado foi sua execução.

Não faltaram apelos de amigos que conheciam bem suas atividades ilícitas para que deixasse essa vida, ao que Marco Archer sempre respondia “vou só mais essa vez”, até que um dia chegou “a última vez”, quando foi preso, e agora será realmente impossível continuar.

Esse caso serve de reflexão de como a impunidade e a ambição se encarregam muitas vezes de “encomendar o caixão”, o sujeito pratica o primeiro crime dá certo, o segundo também, o terceiro, tudo isso sem qualquer punição, outras vezes até é punido, mas de forma tão branda que acaba sendo encorajado a delinquir novamente, é assim no Brasil.

Mais adiante quando quer sair da criminalidade já é tarde, não consegue pois já transformou o ilícito penal em meio de vida. E qual o destino de muitos? Depois de acabarem com as vidas de muitas vítimas e suas famílias acabam com as suas, presos ou mortos pela polícia ou mortos pelo próprio “mundo do crime”.

No caso de Marco foi um pouco diferente, acabou executado pelas severas leis de um país muçulmano.

Marco Archer teve muitas chances de sair do erro, mas preferiu seguir em frente. Se tivesse sido eficientemente punido logo quando começou a delinquir talvez ainda estivesse com vida.

Infelizmente Archer, assim como milhares de criminosos neste país, procurou, o ineficiente sistema punitivo estatal brasileiro falhou e ele encontrou a morte."


Fonte: facebook de Cezar Alves

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Em audiência com a Caixa, Vereador Moabe Soares busca solução para financiamentos em Serra do Mel

Audiência: Vereador Moabe Soares (PR) com lideranças políticas, tenta solução para problemas de financiamento em Serra do Mel
TRABALHO

Apesar de alguns financiamentos habitacionais realizados no município de Serra do Mel via Caixa Econômica Federal - CEF, a própria Caixa Econômica parou de financiar a compra de imóveis no município, sob a alegativa de que todos os imóveis do município foram adquiridos através de doação.

Após ser procurado por diversos moradores que precisam adquirir ou reformar imóveis na cidade, o vereador Moabe Soares buscou solucionar o problema junto à Caixa Econômica em Mossoró.  Não obtendo êxito, o vereador decidiu levar o caso à Superintendência da Caixa, em Natal, onde contou com o apoio do deputado estadual George Soares, do prefeito Fabinho e do secretário de Infra-Estrutura da Prefeitura, Iranilson Souza, que acompanharam o vereador em audiência na Superintendência da CEF no dia de ontem, 15, na capital, Natal.

Na reunião, o vereador expôs o problema e argumentou que vários imóveis já foram financiados pela Caixa no município e que o simples fato dos terrenos locais terem sido adquiridos através de doação não é motivo para que a Caixa deixe de financiar.

"O município de Serra do Mel nasceu do desmembramento de outros municípios, além de ser um município novo.  Portanto, todos os novos donos de imóveis receberam seus terrenos através de doação do próprio município", explicou o Vereador.

Na audiência, os argumentos do edil foram reforçados pelo deputado George, pelo prefeito Fabinho e pelo secretário Iran Lopes.

Ao final, os dirigentes da Caixa foram solícitos aos argumentos expostos e prometeram que até a próxima semana dariam uma solução para o caso.