Tem gente querendo torpedear projeto apresentado pouco antes do recesso parlamentar pelo distrital Agaciel Maia para tornar obrigatório o pagamento de auxílio alimentação aos funcionários das empresas prestadoras de serviço contratadas pelo governo do Distrito Federal, inclusive na administração indireta. Pelo projeto, que já foi para a Comissão de Assuntos Sociais, esse auxílio será equivalente a 5% do salário mínimo por dia trabalhado.
Traduzindo: não vale entregar uma quentinha aos pobres coitados, nem fazer um desembolso simbólico.
NADA DE QUENTINHA
Se aplicado o projeto de Agaciel, acaba aquela história de se ver a turma que capina os gramados ou limpa os meios-fios toda acocorada junto à área em que trabalha, comendo uma refeição fria.
A empresa prestadora de serviços, quase sempre terceirizada, terá de pagar a turma em dinheiro ou cartão de benefício. Se fosse hoje, cada terceirizado receberia R$ 27,25. Por dia trabalhado.
Agaciel Maia é seridoense da cidade de Jardim de Piranhas no Rio Grande do Norte.
Ctrl C/Ctrl V do blog do Robson Pires
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